Estes depoimentos espelham situações reais, vividas por pessoas que procuraram o Método Rolf. Sua apresentação tem por objetivo auxiliar o visitante a formar uma ideia mais clara de seus benefícios. Lembramos que o método não visa ao tratamento de sintomas. É a reorganização da estrutura corporal em relação a seu eixo vertical que produz os resultados desejados.

 

Homem, 42 anos

Eu mal podia virar o pescoço e olhar para os lados. Isso me deixava tenso e tornava o ato de dirigir um sacrifí­cio. Estava sempre suando, mesmo quando a temperatura não estava alta, e às vezes perdia a paciência no trânsito. Agora tenho liberdade para me movimentar. Consigo girar o pescoço e o tronco com mais facilidade. O ato de entrar e sentar-me no carro não é mais um sacrifício. Sinto a diferença até na hora de colocar o cinto de segurança. Parece que meu corpo se amolda ao banco, no lugar de brigar e competir com ele. O que antes era difícil e desconfortável ficou fácil e agradável. Fiquei mesmo muito surpreso.

Homem, 50 anos

Depois de algum tempo sentado, no carro ou no escritório, minhas costas começavam a doer. Sentia como se minha coluna não fosse capaz de sustentar o peso do corpo e fosse desmoronar. Cheguei a passar dias deitado, sem poder me mexer. A dor era insuportável. Agora me sinto muito melhor. Parece que meu corpo ficou leve e as minhas pernas ficaram mais fortes. Mudei minha maneira de ficar sentado e até de ficar de pé. Caminho com facilidade e não sinto mais aquele peso que me fazia sentir preso ao chão.

Mulher, 44 anos

Meu filho adolescente cresceu muito, em pouco tempo. As costas ficaram curvadas e a cabeçaa caída para frente. Ao mesmo tempo, ele se tornou um garoto desajeitado e introvertido. Não saía mais de casa, passava horas na frente do computador e o rendimento dele na escola caiu. Soube que havia passado por algo que chamam de “estirão” de crescimento. Os ossos crescem muito depressa e o resto do corpo não acompanha. Fica como uma roupa curta e apertada. Quando falei do Rolf para ele, logo concordou. Ele mesmo não estava contente com o que sentia e via no espelho. Com as sessões, teve uma mudança impressionante . O corpo se endireitou e o comportamento dele melhorou muito. Agora ele está indo bem na escola.

Homem, 36 anos

Eu jogava tênis de mesa e tive de parar a conselho médico. Depois de procurar todo tipo de ajuda, continuei a sentir o ombro esquerdo preso e dolorido. Era uma dor chata, que me perseguia o tempo todo. Meu diagnóstico era de tendinite e também de hérnia de disco cervical. Com o método Rolf, descobri que sem perceber eu tensionava os ombros e o pescoço o tempo todo, mas principalmente quando fazia algum movimento. Só sabia movimentar os braços contraindo a musculatura. Com o Rolf, voltei a praticar meu esporte favorito e já não sinto mais dor. Mas estou sempre prestando atenção em como faço os movimentos. Descobri que a maneira de fazer um exercício ou movimento é importante. Isso faz uma grande diferença.

Mulher, 28 anos

Eu estava afastada do meu trabalho por causa de uma tendinite no braço. Meu pulso doía muito e depois de algum tempo que eu estava trabalhando no computador meus dedos travavam. Era como se eu não pudesse mais ter o controle sobre eles. Meu braço tremia, uma coisa muito esquisita, que eu não podia controlar. Agora meu braço está normal. Não sinto dor e o movimento melhorou muito. Faço o meu trabalho sem problemas, mas com uma grande diferença. Enquanto realizo as minhas tarefas, presto atenção na maneira como eu estou fazendo. Sinto cada parte do meu corpo viva, e não como uma ferramenta que eu simplesmente uso para fazer o que preciso.

Homem, 54 anos

Caí­ de uma bicicleta e machuquei o ombro direito. Na queda, apoiei todo o peso do corpo nesse lugar, tentando proteger a cabeça. Depois disso, o ombro não funcionava mais. Eu não podia mais levantar o braço acima da cabeça nem levá-lo para trás. Parecia que tinha ficado congelado e doía muito. Com o Método Rolf, o ombro foi aos poucos de soltando e se encaixando, voltando para o lugar. Ele tinha ficado erguido e puxado para frente. A dor cedeu e os movimentos voltaram. Agora posso erguer o braço normalmente, bem como tocar as costas com a mão. Descobri também que a queda não aconteceu por acaso. Meu corpo todo já era rígido, tenso, só que eu não percebia. Entendi porque eu estava sempre inquieto, não parava.

Mulher, 48 anos

Eu estava lavando o quintal. Saí para pegar um rodo e, quando voltei, escorreguei. Meu pé direito foi em cheio na divisão do canteiro. Vi que não podia me levantar. Meu calcanhar tinha virado para dentro. Fui levada a um hospital, onde fui operada. Puseram uns ferros para segurar o pé no lugar. Desde o acidente e a operação, não passei mais um dia sem dor. Meu tornozelo ficou uma bola e todo o meu corpo parecia ter se desarrumado. Nada estava mais no lugar. Nunca mais voltei a ser a mesma. Só descobri o Rolf recentemente. A dor quase desapareceu e já posso caminhar sem a bengala. E sinto que meu corpo está entrando no eixo.

Mulher, 39 anos

O diagnóstico médico era de fibromialgia. O fato é que o meu corpo todo doía. Até o contato da roupa sobre a pele era algo que eu temia. Mas tinha mais medo ainda quando meu filho pequeno chegava e se lançava no meu colo. A verdade era que todo contato físico era doloroso para mim. Por causa disso, eu e meu marido dormíamos em quartos separados. Cansei de tomar medicamentos, fiz psicoterapia, mas só senti que de fato encontrei ajuda quando fiz Rolf. Pra mim foi como uma espécie de massagem, algo delicado mas ao mesmo tempo firme, que ia tirando os alfinetes e os nós que eu tinha nos músculos, no corpo todo. Pareciam mesmo alfinetes. Enquanto recebia as sessões, lembrei-me de muita coisa da minha infância, coisas que estavam esquecidas, e isso também me ajudou. Agora essa história é passado. Melhorei muito e me sinto outra.

Depoimentos

Navegue